Homem é encontrado morto com mãos amarradas e marcas de tiros em Sinop; suspeito é preso e dois são procurados

Homem é encontrado morto com mãos amarradas e marcas de tiros em Sinop; suspeito é preso e dois são procurados
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O corpo de um homem foi encontrado na segunda-feira (12), na região do rio das Garças, em Sinop, com as mãos amarradas e marcas de tiros. Segundo o perito criminal André Furio, da Politec, a vítima foi atingida por pelo menos cinco disparos de arma de pequeno calibre. Um suspeito foi preso pela Polícia Militar, e outros dois são procurados.

O perito explicou que o local indica que o homem pode ter sido executado ali mesmo: há sinais de movimentação ao redor do corpo, mato amassado e terra revolvida, e o corpo estava coberto da mesma terra escura. Pelo menos três tiros atravessaram o corpo, entrando pela frente e saindo pelas costas. As mãos estavam amarradas com um fio, mas a vítima parece ter tentado se defender, já que tinha ferimentos nos dedos. O número exato de disparos será definido na necropsia.

De acordo com o tenente Veloso, da PM, o crime começou por volta das 2h, quando três homens invadiram uma casa e sequestraram a vítima na região do bairro Daury Riva. A principal suspeita é de ligação com o tráfico de drogas: o homem estaria vendendo entorpecentes sem pagar uma taxa exigida por uma facção criminosa.

Nas diligências, os policiais souberam de um furto na casa da vítima e, pelo sistema de monitoramento Vigia Mais, identificaram um Honda HR-V branco usado pelos criminosos. O carro foi localizado, e o motorista, que trabalhava por aplicativo, disse ter sido sequestrado e obrigado a participar das ações, fornecendo características dos envolvidos e os locais aonde levou o grupo.

Com essas informações, a PM localizou um dos suspeitos, que, segundo o tenente, indicou onde estava o corpo e contou a motivação do crime. Ele foi encaminhado para os procedimentos legais, e as buscas pelos outros dois continuam. A Polícia Civil seguirá a investigação.

Fonte: Só Notícias. Foto: reprodução.

Da redacao / Fernando Oliveira