Arquiteta mato-grossense vence prêmio na CasaCor com projeto afetivo
A arquiteta Marcella Porto viveu uma estreia de peso na CASACOR Mato Grosso 2026. Autora do Espaço Família – Entre Nós, ambiente inspirado em memórias afetivas e no desejo de resgatar os encontros dentro de casa, ela foi reconhecida com o prêmio de Melhor Projeto da mostra. Além da premiação, o trabalho também foi escolhido para estampar a capa do anuário da CASACOR, consolidando a repercussão da proposta.
Uma arquitetura voltada para o afeto
Para Marcella, o reconhecimento reforça uma visão de arquitetura que ultrapassa a estética e se conecta diretamente às histórias de quem vive nos espaços projetados. Segundo a profissional, a arquitetura sempre esteve ligada à sua forma de enxergar a vida, funcionando como uma ferramenta capaz de despertar emoções, criar memórias e aproximar pessoas.
Essa percepção moldou sua trajetória profissional desde o início. Ao se aprofundar na área, Marcella identificou que a arquitetura reunia elementos que sempre fizeram sentido para ela, como criatividade, técnica, sensibilidade e a capacidade de se relacionar com diferentes pessoas. Essa combinação passou a guiar sua rotina e, principalmente, a forma como conduz cada novo projeto.
Projetos que contam histórias
Mais do que desenhar ambientes, a arquiteta enxerga em seu trabalho a possibilidade de participar da construção das histórias de seus clientes. Essa filosofia se reflete diretamente na identidade dos projetos assinados por ela, descritos como elegantes, atemporais e profundamente humanos.
De acordo com Marcella, o objetivo é criar espaços que acolham, que expressem a trajetória de quem os habita e que continuem fazendo sentido mesmo depois de muitos anos. Essa busca por autenticidade e conexão emocional foi um dos pontos determinantes para o destaque do Espaço Família – Entre Nós na CASACOR Mato Grosso 2026.
Conclusão
A conquista na CASACOR reforça a trajetória de Marcella Porto como uma profissional que coloca as relações humanas no centro de seus projetos. Ao unir técnica, sensibilidade e memória afetiva, a arquiteta reafirma que espaços bem projetados podem, além de encantar visualmente, fortalecer vínculos e preservar histórias familiares.
Fonte: Gazeta Digital
Da redacao / Fernando Oliveira


