Júri de Peixoto de Azevedo condena mulher a 6 anos por homicídio ocorrido em 2000
O tribunal do júri de Peixoto de Azevedo (200 km de Sinop) condenou Maria Aparecida da Silva Rodrigues a 6 anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, pela morte de Paulo Gonçalves da Silva, em outubro de 2000. A pena foi fixada pelo juiz Guilherme Leite Roriz.
Os jurados reconheceram autoria e materialidade, mas afastaram as qualificadoras de motivo fútil e de recurso que dificultou a defesa e a tese de homicídio privilegiado, e ela foi condenada por homicídio simples.
Pela acusação, em 14 de outubro de 2000 a ré voltava para casa na carroceria de um caminhão quando discutiu com a vítima e o irmão dela por causa de um jogo de camisas e golpeou Paulo no abdômen com uma faca. Ela foi presa só em agosto de 2024, em Aparecida de Goiânia (GO), e solta em setembro daquele ano.
A Justiça determinou a execução provisória da pena, conforme entendimento do STF sobre condenações do júri.

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